
Ricardo e Carla são nomes fictícios de um jovem casal. Ele está na casa dos trinta e ela dos vinte e oito. São casados há oito anos e possuem duas filhas. Carla está assentada em sua poltrona, pensativa e recordando os anos que passaram. Seu semblante demonstra que ela esteve chorando. Com os olhos vermelhos e o lenço na mão, ela se lembra de Ricardo fazendo planos para o casamento. Sua mente foi arrebatada pela lembrança dos instantes em que os preparativos para as bodas eram o assunto do momento. Não se falava em outra coisa e tudo girava em torno das núpcias que contrairia em poucos dias. Estava apaixonada e só tinha pensamentos para o futuro marido. Ele, jurando amores por ela se declara a todo instante.
De repente ela ouve um barulho do telefone, que lhe chama de volta à realidade. Ao atender, do outro lado da linha está Ricardo, dizendo a ela que o seu advogado irá procurá-la para acertos de detalhes da separação. Ela acena com um “está bem” e retorna para o seu lugar de pensamento. Ela ainda amava Ricardo e não aceitava aquela situação. Preferiria morrer a viver longe do marido. Como criaria as suas filhas? Que exemplo seria para elas? Custava-lhe muito crer que o motivo da separação era simplesmente uma alegação do marido: Não te amo mais! Como poderia ser isso? Quem havia feito tantas declarações de amor, quem jurou diante do altar amá-la, respeitá-la e ser-lhe fiel, agora não só quebra o juramento, como afirma que não sente mais nada por ela. Meu Senhor! Como pode ser isso? E mais lágrimas molham o seu lenço...
A situação de Carla é a mesma de muitos casais e certamente pode ser de alguém que está lendo esta postagem. Este problema parece ser muito corriqueiro em pleno século XXI. Casais estão se divorciando e a estatística é assustadora. Veja por exemplo esses números extraídos do site: www.acidigital.com/noticia.php?id=14263 “Em Madri, um divórcio a cada 27 minutos”. Na cidade de Madri, o IPF assinalou que no ano de 2007 para cada 10 matrimônios houve 08 divórcios. Só naquela cidade, em 10 anos foram apurados 91.000 divórcios, e atualmente a cada 27 minutos se oficializa uma quebra dos laços conjugais. Isto equivale a 53 matrimônios rompidos por dia, frente a 64 casamentos realizados.
Será então, que poderíamos rotular o casamento como um produto com data de validade? Gostaria que você pensasse a respeito desse tema. Você que está casado(a) ou você que está fazendo planos para o casamento, o que acha? Quero abordar e dividir com vocês essa questão e dentro em breve posicionar aqui no BLOG a famosa frase: “O que Deus uniu, não separe o homem!”

Um comentário:
Paz!irmão Natanael!
Pois é, hoje estamos passando por situações assustadoras, as pessoas já não levam tão a serio o casamento, hoje por coisas realmente pequenas, as pessoas separam-se. Já não é como antigamente. Antes, amava-se mais. Os dois lutavam, lado a lado. Não era fácil mas havia amor. Agora cada um luta por si e pelo que quer. Se vêem uma oportunidade melhor, lá vão eles…”
enfim, precisamos orar para que em nossas vidas isso não venha a acontecer!
Irmão, muito bom o seu BLOG! que Deus continue te abençoando PODEROSAMENTE e que vc seja um canal de benção na vida de muitos!!!
Abraços fica com Deus!
quando puder faça uma visita ao meu blog:
www.sorogospel.blogspot.com
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